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sexta-feira, 16 de setembro de 2011
RS registra mais dois novos protestos com queima de pneus
Tramandaí - Mais dois protestos com queima de pneus foram registrados nesta sexta-feira no Estado. Em Tramandaí, cerca de 50 pneus foram queimados e duas faixas foram colocadas na Avenida Fernandes Bastos, próximo a Vila Cruzeiro. No local havia os dizeres: “Greve Já, Esmola Não”. Já no km 273 da BR-158, em Santa Maria, vários pneus foram queimados sobre a rodovia, por volta das 2h30. Segundo a Polícia Rodoviária Federal, os pneus foram encontrados sobre a pista com vestígios de gasolina, mas não estavam em chamas. No local havia faixas com as frases: “Não queremos esmolas” e “PM gaúcha o pior salário do Brasil”.
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Novos protestos mostram insatisfação com negociações entre BM e e governo
RS: Novos protestos com queima de pneus mostram insatisfação com negociações entre BM e governo
Manifestações foram registradas em rodovias do Noroeste, Centro, Litoral Norte e Porto Alegre
Quatro novos protestos com queima de pneus — associados à insatisfação de cabos e soldados da Brigada Militar com as negociações salariais com o governo do Estado — foram registrados durante a madrugada desta quarta-feira no Estado. As manifestações ocorreram em Xangri-lá, Roque Gonzales, Agudo e Porto Alegre.
Segundo o Comando Rodoviário, em Xangri-lá, no Litoral Norte, cerca de 30 pneus foram incendiados na ERS-407, por volta das 5h, bloqueando a rodovia nos dois sentidos. Os bombeiros levaram cerca de meia hora para apagar o fogo e liberar a pista.
Na Capital, o Corpo de Bombeiros foi chamado para atender uma ocorrência com queima de pneus na esquina das ruas Gedeon Leite e Costa Gama, no bairro Aberta dos Morros, na Zona Sul. Segundo a corporação, as chamas foram controladas rapidamente, por volta das 3h, e faixas reivindicando melhores salários à BM foram deixadas no local.
Um protesto sem queima de pneus foi registrado na freeway, no acesso à Avenida Assis Brasil. Uma grande faixa pendurada na rodovia, questionava os motoristas: "Vale a pena arriscar a vida pelo menor salário do Brasil?".
Conforme informações da Polícia Rodoviária Federal, na BR-392, em Roque Gonzales, no Noroeste, a barricada começou por volta da meia-noite na altura do km 687. Ao lado dos pneus, foi colocado um cartaz que dizia: "Tarso, abono não".
No protesto na RSC-287, em Agudo, na região central, também havia uma faixa que criticava as negociações entre a BM e o governo, com os dizeres "Abono é esmola. Tarso Traidor". A barricada ocorreu no km 190, na localidade de Cerro Chato.
Em reunião na segunda-feira, decidiu-se que os servidores da corporação passariam a receber R$ 300 de abono. Uma parcela de R$ 160 a ser paga em outubro e a outra, de R$ 140, a partir de abril de 2012.
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terça-feira, 13 de setembro de 2011
"PEGUE 300": protestos continuam após proposta de abono
Protestos com queima de pneus no Estado chegam a pelo menos 50 em dois meses
Manifestações começaram em agosto nas estradas e vias de cidades gaúchas
Após anunciar a proposta de abono salarial de R$ 300, o governo gaúcho parece não ter contentado todos os policiais militares. Por volta das 2h desta terça-feira, mais um protesto com queima de pneus foi registrado na ERS-239, em Parobé, próximo à indústria de máquinas Pandolfo.
A ocorrência foi atendida por volta das 2h desta terça-feira, conforme o Comando Rodoviário da Brigada Militar. Segundo a corporação, a rodovia ficou bloqueada no sentido Parobé-Taquara cerca de uma hora para que o Corpo de Bombeiros pudesse apagar as chamas no local.
O protesto tinha cerca de 10 pneus pegando fogo e ainda uma faixa, com os dizeres: "A família brigadiana não vive apenas de promessas, e sim de certezas".
Com essa manifestação, o número chega a pelo menos 50, desde que os bloqueios em rodovias tiveram início, em agosto. O levantamento tem como base informações recebidas pela Zero Hora.
A primeira queima ocorreu no dia 4 de agosto, em Frederico Westphalen, no norte do Estado. Os pneus em chamas bloquearam o km 20 da BR-386 por cerca de uma hora. Os protestos se arrastaram por todo o Rio Grande do Sul, enquanto o governo não encontrava saída para resolver as reivindicações de baixos salários dos PMs.
No dia 1º de setembro, foi a vez da Capital. Pneus foram queimados na Avenida Mauá, esquina com a Rua Carlos Chagas, no centro de Porto Alegre, por volta de 2h30min. Além dos bloqueios, os manifestantes utilizam faixas com recados à administração estadual e também bonecos vestidos com a farda da Brigada Militar (BM).
O comandante da BM, Sérgio Roberto de Abreu, tentou retomar as negociações com o alto escalão do governo Tarso Genro, mas o acordo não saía. Após divergências, acusações e adiamentos, o chefe da Casa Civil, Carlos Pestana, apresentou uma proposta de reajuste aos servidores da Brigada Militar, na tarde de segunda-feira.
Foi sugerido aos soldados, sargentos e tenentes um abono linear de R$ 300, pago em duas parcelas: R$ 140 em outubro e R$ 160 a partir de abril de 2012. Para a categoria dos soldados, a proposta contempla o reajuste salarial de 25% que era exigido. O aumento faria com que os vencimentos passassem de R$ 1.246 para R$ 1.546.
Algumas partes da corporação, no entanto, pedem a incorporação do abono aos salários. Segundo o presidente da Associação Beneficente Antonio Mendes Filho (Abamf), soldado Leonel Lucas, há insegurança na companhia, já que o abono pode ser suspenso a qualquer momento.
Se os R$ 300 forem introduzidos ao básico da categoria, o valor fica garantido. O chefe da Casa Civil prometeu para quinta-feira a divulgação da data em que o abono poderá ser incorporado aos salários. Comando da Brigada Militar não tem o controle. Fonte: Zero Hora Título da matéria: blog do Capitão Assumção
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
"PEGUE 300": proposta indecente para os policiais gaúchos.
" Abono " não é salário,diz líder do PMDB na Assembléia
A proposta de um abono de R$ 300,00, apelidada de "PEGUE 300", para ser pago em duas parcelas e sem previsão de incorporação aos salários dos servidores da Brigada Militar surpreeendeu o líder da bancada do PMDB na Assembleia. Para o deputado Giovani Feltes, a saída que o governador Tarso Gero encontrou diante da reivindicação de 25% de reajuste mantém os brigadianos com o pior salário da categoria em todo o país e afasta mais ainda o compromisso de campanha de adotar a PEC 300 como piso.
A proposta prevê uma primeira parcela de R$ 140,00 nos salários do mês de outubro e outra, de R$ 160,00, somente a partir de abril de 2012.
A falta de um índice para reajuste imediato do básico dos policiais militares também surpreendeu ao deputado. Cansei de ver o PT dizendo que abono não é salário, recordou Feltes. Ele salienta que uma parcela autônoma não refletirá sobre outras vantatens, como o percentual de risco de vida e no pagamento de férias e 13º salário. Mesmo que a categoria aceite a proposta de abono, reforçou o líder do PMDB, os brigadianos devem manter a mobilização para garantir a aplicação do piso de R$ 3.200,00 previsto na PEC 300, pois a BM acreditou na promessa eleitoral do governador.
Depois de semanas de protestos com a queima de pneus em rodovias do RS, os PMs buscavam 25% de aumento sobre o salário básico. Os servidores da BM recebem atualmente R$ 1.170,00, enquanto outros estados com menor capacidade econômica reservam melhor tratamento aos agentes da segurança. Sergipe, que tem o 24º PIB do país, tem o salário inicial de R$ 2,4 mil Fonte: Rádio Fandango
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RS: Governo e policiais voltam a negociar reajuste
Protestos de brigadianos com queima de pneus têm chamado a atenção dos gaúchos
Nesta segunda-feira, às 17h, deve ocorrer mais um capítulo da negociação salarial entre governo estadual e policiais militares (PMs).
Há um mês, os protestos de brigadianos chamam a atenção dos gaúchos. Já foram mais de 40 queimas de pneus pelas estradas do Estado.
Os PMs querem 25% de aumento sobre o salário básico, hoje, em R$ 387,24. O governo ofereceu 4,63% e anunciou que não é com protestos que se dialoga.
Os PMs avisam: se da reunião de hoje não sair uma sugestão razoável, outras modalidades de protesto serão colocadas em prática.
Um sargento da Brigada foi enfático:
— Não queremos nada além do que nos foi prometido em campanha: o piso nacional (R$ 3,2 mil). Queima de pneu é só o início. O próximo passo é bloquear a circulação mesmo.
Fonte: Letícia Barbieri (Zero Hora)
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sábado, 10 de setembro de 2011
Policiais gaúchos não desanimam: querem valorização salarial
Protestos pela "PEC 300 gaúcha" continuam fortes e incessantes até que o governo cumpra o que prometeu.
Três protestos com queima de pneus são registrados em rodovias gaúchas. Ocorrências foram em Porto Xavier, Cruz Alta e Camaquã
Pelo menos três protestos com queima de pneus foram registrados em rodovias do Rio Grande do Sul entre a noite de sexta-feira e a madrugada deste sábado.
A primeira manifestação ocorreu pouco antes da meia-noite de sexta no km 715 da BR-392, em Porto Xavier, no Noroeste. Segundo a Brigada Militar da cidade, cerca de 10 pneus bloquearam totalmente a pista.
Na ERS-342, em Cruz Alta, os manifestantes deixaram uma faixa com os dizeres: "Governador, cumpra o prometido em campanha, deixe de ser traíra". No local também foi deixado um boneco com a farda da Brigada Militar. O protesto ocorreu por volta de 0h30min deste sábado.
O terceiro protesto foi registrado às 3h30min deste sábado no km 402 da BR-116, em Camaquã, no Sul. Nos locais, foram deixadas também faixas com reivindicações salariais para os policiais militares. Nos dois pontos as chamas já foram apagadas. Fonte: Zero Hora
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quinta-feira, 8 de setembro de 2011
Novos protestos por baixos salários são registrados no RS
Mesmo com promessa de Tarso, novas queimas de pneus são registradas em Triunfo e Portão
Manifestações ocorreram na BR-386 e na ERS-240
Mesmo com a promessa do governador Tarso Genro de apresentar na próxima sexta-feira um índice de reajuste salarial à Brigada Militar, mais dois protestos com queima de pneus ocorreram entre a noite de quarta-feira e a madrugada desta quinta.
As manifestações foram registradas no km 404 da BR-386, por volta das 4h, em Triunfo, e no km 8 da ERS-240, em Portão, às 23h30min de quarta-feira. Nos locais, os manifestantes deixaram uma faixa, mas as polícias rodoviárias federal e estadual não souberam informar o que estava escrito. Fonte: Zero Hora
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