Depois de mais de 8 meses que o deputado Capitão Assumção denunciou no plenário da Câmara as atrocidades do TC Gonçalves, agora os jornais e telejornais capixabas estão divulgando as irregularidades (assédio sexual e assédio moral) cometidas pelo coronel tarado, contra seus comandados do 2 BPMES, de Nova Venécia. Assista o programa BALANÇO GERAL e confira.
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domingo, 19 de dezembro de 2010
sábado, 18 de dezembro de 2010
Comandante da PM de Nova Venécia é acusado de assédio sexual e moral
COMPANHEIROS, AJUDEM A DIVULGAR ESSA POSTAGEM. CASOS COMO ESSE ACONTECEM TODO O DIA EM TODO O BRASIL.
Fonte: TV Vitória
Um tenente-coronel da Polícia Militar é suspeito de assediar uma policial em Nova Venécia, no Norte do Espírito Santo. A denúncia foi feita pela Associação de Cabos e Soldados da PM, que preparou um dossiê com várias acusações contra Carlos Rogério Gonçalves, entre elas a de assédio moral, sexual e abuso de poder.
Segundo o diretor da associação, Flávio Gava de Oliveira, o policial é o comandante do 2º Batalhão da PM. "Na denúncia consta que a policial sofre assédio sexual e moral por parte dele. Essa soldado foi punida com prisão e transferida para outra unidade", comentou.
A Rede Vitória conseguiu com exclusividade e-mails com imagens e declarações que o tenente supostamente fazia à policial. Nas mensagens foram encontradas palavras e expressões incompatíveis com o posicionamento que o PM deveria ter com relação à uma subordinada.
"Eu entendo que isso é um assédio. Em um dos e-mails ele pergunta se a policial prefere ser motorista ou concubina", acrescentou o diretor.
O dossiê preparado pela associação já foi levado à polícia e chegou a Brasília. O deputado federal capitão Assunção já havia alertado para o suposto abuso de poder cometido pelo comandante que, até agora, não foi punido. "Até quando o oficial superior vai fazer o que bem quer e não vai ser punido?", finalizou.
Por meio de nota, a assessoria da Polícia Militar disse que a corregedoria está com um procedimento em aberto para apurar uma denúncia de abuso de autoridade do militar, mas que as demais acusações não foram recebidas. A corporação pede que as informações sejam repassadas ao órgão para que as providências sejam tomadas.
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segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Abuso de poder no Batalhão de Nova Venécia (2º BPMES)
O comandante do segundo batalhão de Nova Venécia, Tenente-Coronel Carlos Rogerio Gonçalvez de Oliveira, é acusado de abuso de poder, assedio moral e assedio sexual. Tal comportamento causa transtorno, conflito e descontentamento nos militares.
Segundo informações de um subordinado de Carlos Rogério, há um ano os militares estão sofrendo constantemente assédio moral por parte do superior. Ele disse ainda, que os policiais são humilhados e passam por constrangimentos públicos. Além disso, o comandante não mostra respeito pelo militares mais antigos. Ao contrário, usa palavras para oprimir, constranger e diminuir moralmente o policial.
Transfere os integrantes da categoria sem motivo qualquer ou explicação, da mesma maneira altera as escala dos trabalhadores. Nem mesmo um policial com problemas cardíacos foi poupado desse abuso de poder. Costumeiramente ele intimida e fere a integridade moral de seus comandados. Menospreza o trabalho e a pessoa do policial.
Em abril deste ano o deputado federal, Capitão Assumção (PSB-ES) denunciou durante um pronunciamento na Câmara os desmandos desse comandante. “Ele tem o costume de transferir policiais para ver o prestígio político que têm. Transfere o policial acreditando que ele peça a algum conhecido político que vá até ao comando de batalhão. Ele usa dessa artimanha negativa para poder sentir-se "o cara", embora não seja Obama nem Lula”, disse o deputado.
Segundo o diretor da associação de cabos e soldados do Espírito Santo, Luciano Marcio, nos mais de 14 anos que está na policia nunca presenciou uma situação como atual. “Os policiais não estão sendo tratados com dignidade e respeito pelo comandante. O que os policiais e seus familiares estão passando nunca se viu igual por aqui”, falou.
Transferências
Com um pouco mais de um ano no comando do batalhão Carlos Rogério é o responsável por cerca de 40 transferências sem um motivo aparente. Os policiais militares chegam a ter que trabalhar até 100 km longe do domicilio.
Para Luciano Marcio, a falta de harmonia entre comando e comandados está afetando a qualidade do trabalho dos militares. “Os policiais estão psicologicamente abalados e não conseguem produzir como deveriam”, afirma. Conseqüentemente, a família dos militares também é afetada com a situação.
Criminalidade
Além dos policiais e seus familiares, a população também é vitima dessas transferências. Com pouco efetivo nas ruas a violência aumenta na região norte.
A Câmara de Dirigentes Lojistas de Nova Venécia, a CDL, chegou a fazer um abaixo-assinado reivindicando mais segurança no município.
Represália
Os policiais ficam de mãos atadas diante do autoritarismo do comandante, pois temem a punição. Luciano conta que após ser entrevistado pelo Jornal Século Diário sobre a relação das transferências com o aumento da criminalidade na região, seu primo, que trabalha a dez anos em Nova Venécia, foi deslocado para Pinheiro, 50KM do seu domicilio.
Além disso, uma soldado que está grávida também sofreu com os desmandos do comandante. Ela prefere não se identificar por temer represália. A soldado foi assediada moralmente e sexualmente. Provas desse abuso estão salvas na caixa de email dela. São várias mensagens eletrônicas impertinentes, sugestivas e desrespeitosas, inclusive, com fotos de seus passeios, como forma de exibicionismo. (Confira no quadro abaixo alguns desses e-mails).
Os e-mails deixam clara a ousadia desmedida do comandante. Assim como, a indiferença dela aos assédios dele. Em uma das mensagens ele diz: ‘"ABRAÇOS"(acredito, que somente isso me permitiu....que pena...!!!!)’. Em outro e-mail envia fotos dele e os seguintes dizeres:
‘Para atormentar seu serviço.....!!!!”
O atrevimento e a certeza de impunidade são tamanhos que ele nem se preocupou em utilizar o endereço de e-mail da Policia Militar.
Ao se defender das investidas do superior, foi punida com dez dias de aquartelamento e processos administrativos. A Associação de Cabos e Soldados do ES entrou com uma representação na Corregedoria contra o comandante e a favor da soldado.
Infração
Na policia existe uma modalidade em que policiais aposentados podem trabalhar voluntariamente. Segundo as regras eles devem cumprir escala de 40h semanais em instituições públicas apenas internamente. Em Nova Venecia essa norma não está sendo respeitada. Devido ao grande número de transferências e conseqüentemente pouco efetivo esses policiais estão sendo colocados para atender ocorrências externas. Uma infração segundo a lei.
Oficial Ajuda de Custo
Carlos Rogerio é conhecido na corporação como Oficial Ajuda de Custo. “Quando um policial é transferido para uma unidade de outra cidade, ganha uma ajuda de custo, de valor razoável. O ‘Comandante Ajuda de Custo’ é o policial que mais tem esse tipo de bonificação nos seus assentamentos. É uma vergonha a forma como esse homem usa o dinheiro público” explicou indignado Capitão Assumção.
Carlos Rogerio permanece em média por seis meses em cada batalhão até ser transferido e receber tal beneficio.
Mensagens recebidas pela soldado:
From: rogerio.goncalves@pmil.es.gov.br
Bom dia... !!! VC deve ter um motivo muito forte para trocar um dia de sol em Guarapari pelo COPOM em New Vênix....rsrrsrsrs Na próxima oportunidade, decida certo...!!!! Tenha um ótimo fds.... Beijos Rogério Gonçalves
Bom dia !!!
Olhe o que está deixando de curtir....rsrrsrs
Pense com carinho.....
Qual é melhor: "Concubina ou motorista"....??????kkkkkkk
Melhor assumir seu "comando"......
Beijos
From: rogerio.goncalves@pmil.es.gov.br
Para atormentar seu serviço.....!!!!
Rogério Gonçalves
From: rogerio.goncalves@pmil.es.gov.br
Boa noite !!!
Uso mais esse email....
Quando quiser mandar alguma mensagem, este é melhor....
"ABRAÇOS" .....(acredito, que somente isso me permitiu....que pena...!!!!) Rogério Gonçalves
Segundo informações de um subordinado de Carlos Rogério, há um ano os militares estão sofrendo constantemente assédio moral por parte do superior. Ele disse ainda, que os policiais são humilhados e passam por constrangimentos públicos. Além disso, o comandante não mostra respeito pelo militares mais antigos. Ao contrário, usa palavras para oprimir, constranger e diminuir moralmente o policial.
Transfere os integrantes da categoria sem motivo qualquer ou explicação, da mesma maneira altera as escala dos trabalhadores. Nem mesmo um policial com problemas cardíacos foi poupado desse abuso de poder. Costumeiramente ele intimida e fere a integridade moral de seus comandados. Menospreza o trabalho e a pessoa do policial.
Em abril deste ano o deputado federal, Capitão Assumção (PSB-ES) denunciou durante um pronunciamento na Câmara os desmandos desse comandante. “Ele tem o costume de transferir policiais para ver o prestígio político que têm. Transfere o policial acreditando que ele peça a algum conhecido político que vá até ao comando de batalhão. Ele usa dessa artimanha negativa para poder sentir-se "o cara", embora não seja Obama nem Lula”, disse o deputado.
Segundo o diretor da associação de cabos e soldados do Espírito Santo, Luciano Marcio, nos mais de 14 anos que está na policia nunca presenciou uma situação como atual. “Os policiais não estão sendo tratados com dignidade e respeito pelo comandante. O que os policiais e seus familiares estão passando nunca se viu igual por aqui”, falou.
Transferências
Com um pouco mais de um ano no comando do batalhão Carlos Rogério é o responsável por cerca de 40 transferências sem um motivo aparente. Os policiais militares chegam a ter que trabalhar até 100 km longe do domicilio.
Para Luciano Marcio, a falta de harmonia entre comando e comandados está afetando a qualidade do trabalho dos militares. “Os policiais estão psicologicamente abalados e não conseguem produzir como deveriam”, afirma. Conseqüentemente, a família dos militares também é afetada com a situação.
Criminalidade
Além dos policiais e seus familiares, a população também é vitima dessas transferências. Com pouco efetivo nas ruas a violência aumenta na região norte.
A Câmara de Dirigentes Lojistas de Nova Venécia, a CDL, chegou a fazer um abaixo-assinado reivindicando mais segurança no município.
Represália
Os policiais ficam de mãos atadas diante do autoritarismo do comandante, pois temem a punição. Luciano conta que após ser entrevistado pelo Jornal Século Diário sobre a relação das transferências com o aumento da criminalidade na região, seu primo, que trabalha a dez anos em Nova Venécia, foi deslocado para Pinheiro, 50KM do seu domicilio.
Além disso, uma soldado que está grávida também sofreu com os desmandos do comandante. Ela prefere não se identificar por temer represália. A soldado foi assediada moralmente e sexualmente. Provas desse abuso estão salvas na caixa de email dela. São várias mensagens eletrônicas impertinentes, sugestivas e desrespeitosas, inclusive, com fotos de seus passeios, como forma de exibicionismo. (Confira no quadro abaixo alguns desses e-mails).
Os e-mails deixam clara a ousadia desmedida do comandante. Assim como, a indiferença dela aos assédios dele. Em uma das mensagens ele diz: ‘"ABRAÇOS"(acredito, que somente isso me permitiu....que pena...!!!!)’. Em outro e-mail envia fotos dele e os seguintes dizeres:
‘Para atormentar seu serviço.....!!!!”
O atrevimento e a certeza de impunidade são tamanhos que ele nem se preocupou em utilizar o endereço de e-mail da Policia Militar.
Ao se defender das investidas do superior, foi punida com dez dias de aquartelamento e processos administrativos. A Associação de Cabos e Soldados do ES entrou com uma representação na Corregedoria contra o comandante e a favor da soldado.
Infração
Na policia existe uma modalidade em que policiais aposentados podem trabalhar voluntariamente. Segundo as regras eles devem cumprir escala de 40h semanais em instituições públicas apenas internamente. Em Nova Venecia essa norma não está sendo respeitada. Devido ao grande número de transferências e conseqüentemente pouco efetivo esses policiais estão sendo colocados para atender ocorrências externas. Uma infração segundo a lei.
Oficial Ajuda de Custo
Carlos Rogerio é conhecido na corporação como Oficial Ajuda de Custo. “Quando um policial é transferido para uma unidade de outra cidade, ganha uma ajuda de custo, de valor razoável. O ‘Comandante Ajuda de Custo’ é o policial que mais tem esse tipo de bonificação nos seus assentamentos. É uma vergonha a forma como esse homem usa o dinheiro público” explicou indignado Capitão Assumção.
Carlos Rogerio permanece em média por seis meses em cada batalhão até ser transferido e receber tal beneficio.
Mensagens recebidas pela soldado:
From: rogerio.goncalves@pmil.es.gov.br
Bom dia... !!! VC deve ter um motivo muito forte para trocar um dia de sol em Guarapari pelo COPOM em New Vênix....rsrrsrsrs Na próxima oportunidade, decida certo...!!!! Tenha um ótimo fds.... Beijos Rogério Gonçalves
Bom dia !!!
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Para atormentar seu serviço.....!!!!
Rogério Gonçalves
From: rogerio.goncalves@pmil.es.gov.br
Boa noite !!!
Uso mais esse email....
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"ABRAÇOS" .....(acredito, que somente isso me permitiu....que pena...!!!!) Rogério Gonçalves
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terça-feira, 16 de novembro de 2010
ACS/PMBM/ES pede investigação contra irregularidades cometidas pelo comandante do 2° Batalhão
A diretoria da Associação de Cabos e Soldados da Polícia Militar e Bombeiro Militar do Estado do Espírito Santo (ACS/PMBM/ES) pediu e a Corregedoria Geral da PMES mandou libertar a soldado PM Suelem Feitosa, que estava presa por ordem do comandante do 2° Batalhão da PM (Nova Venécia), tenente-coronel Carlos Rogério Gonçalves de Oliveira.
Por meio do diretor da Região Norte da ACS/PMBM/ES, Luciano Márcio, os demais diretores da Associação tomaram conhecimento de outras ‘‘irregularidades’’ – denunciadas pela maioria do efetivo lotado no 2° BPM – que estariam sendo praticadas pelo comandante do Batalhão, tenente-coronel Gonçalves.
Em ofício assinado por seu presidente, cabo Jean Ramalho Andrade, a ACS/PMBM/ES expõe os ‘‘motivos irregulares’’ que levaram o comandante do 2° BPM, tenente-coronel Gonçalves, a prender a soldado Suelem.
O ofício foi entregue ao subcomandante-geral da PM, coronel Marcos Aurélio Capita da Silva, e ao corregedor-geral da PM, coronel Adilson Silva Tolentino, no dia 21 de outubro. A soldado Suelem estava detida desde o dia 18 de outubro. Além de prender Suelem, o comandante do 2° BPM, tenente-coronel Gonçalves, transferiu a policial para o 13° BPM (São Mateus).
Depois de ler as explicações para feitas por Jean Ramalho, que apontam ‘‘possíveis violações legais e administrativas no âmbito do 2° BPM, praticadas por seu Comandante’’, o corregedor Adilson Tolentino despachou documento determinando a imediata soltura da soldado Suelem. A ordem foi cumprida no mesmo dia 21 de outubro.
O coronel Tolentino baixou as seguintes ordens:
1) Receber o presente recurso como Representação e conceder efeito suspensivo ao ato punitivo, na forma do artigo 64 do RDME, devendo a Autoridade competente aguardar a decisão final quanto ao mérito recursal;
2) Determinar ao CMT do 13° BPM, onde a militar atualmente está lotada, a imediata suspensão do cumprimento da sanção disciplinar, até ulterior deliberação;
3) – Determinar ao CMT do 2° BPM que encaminhe a esta Corregedoria, imediatamente, os autos de todos os PAD-RS, conclusos ou em andamento, ainda que tenham sido anulados, que tenham como acusada a Sd Suelem Feitosa RG 20496-3, bem como eventuais recursos apresentados e suas decisões.
Responsável pela representativa da ACS/PMBM/ES em toda a Região Norte do Estado, Luciano Márcio – ele é soldado da reserva remunerada da PMES –, já vinha registrando outras ‘‘irregularidades’’ e supostos ‘‘abusos de poder’’ cometidos pelo comandante do 2° BPM, tenente-coronel Gonçalves.
Uma das irregularidades é a ordem que o oficial deu para que os policiais militares da reserva, que aceitaram retornar voluntariamente à ativa, passassem a trabalhar no policiamento ostensivo de radiopatrulhas nas ruas.
O artigo 92, da Lei Complementar 460, diz que ‘‘O Praça da reserva remunerada poderá retornar ao serviço ativo, voluntariamente, mediante convocação por ato do Governador do Estado, por solicitação motivada do Secretário de Estado da Segurança Pública e Defesa Social, para atuar prestando serviço de:
I - escolta e custódia;
II - defesa civil e segurança de perímetro de instalações de serviços públicos;
III - guarda de Organização Militar Estadual;
IV - segurança pessoal de autoridades;
V - procedimentos administrativos; e
VI - inteligência policial.
Portanto, a lei não permite aos praças da reserva fazerem policiamento ostensivo nas ruas. Antes, os mesmos policiais militares da reserva que voltaram à ativa tiravam serviço no Portão das Armas (portão de entrada) do quartel do 2° Batalhão.
‘‘Para o Portão das Armas, o comandante do 2° BPM, tenente-coronel Gonçalves, mandou as estagiárias, que, mesmo sendo jovens civis, estão fazendo trabalho de policiais militares, o que é irregular e perigoso’’, informa o Diretor Jurídico da ACS/PMBM/ES, Moábio Washington Mendes.
Segundo ele, cópias do ofício entregue ao subcomandante geral da PM, coronel Marcos Aurélio, e ao corregedor geral da Corporação, coronel Tolentino, foram distribuídas também ao Comando Geral da PM; ao Juízo Auditor Militar; ao Procurador Geral de Justiça; ao governador Paulo Hartung; à Comissão de Direitos Humanos da OAB-ES; à Comissão de Segurança Pública da Assembleia Legislativa; à Promotoria Pública de Justiça da Comarca de Nova Venécia; e ao Juízo da Comarca de Nova Venécia.
‘‘Levamos as irregularidades ao conhecimento das autoridades para que medidas cabíveis, dentro da esfera administrativa e criminal, sejam tomadas contra o senhor comandante do 2° BPM, tenente-coronel Gonçalves. A reclamação contra ele já passou dos limites’’, disse o diretor Moábio
O diretor Luciano Márcio garante que pelo menos 95% dos militares lotados no 2° BPM – que atende a nove municípios da região – estariam insatisfeitos quanto à forma que estão sendo comandados.
Luciano Márcio – ele foi reformado por ter ocupado o cargo de vereador em Nova Venécia e atualmente é primeiro suplente de vereador da Câmara Veneciana pelo (PSB) – informa que o comandante do Batalhão, tenente-coronel Rogério Gonçalves, estaria adotando a tática da represália contra policiais militares.
“Se algum militar manifestar algo em reunião ou em outro lugar qualquer pode esperar que será transferido para outra unidade distante de sua base familiar", diz Luciano Márcio.
“Mais de 30 policiais militares já foram transferidos nos últimos meses, desde quando o atual comandante assumiu o comando. Iniciaram-se, então, as transferências. Reconhecemos que transferências fazem parte de um ato administrativo, porém a forma que estão acontecendo não tem nenhuma justificativa. Haja vista que o problema de falta de policiais está no Estado todo, e em nenhum outro Batalhão da Policia Militar aconteceu tanta transferência de policias como no 2º BPM. Hoje estamos praticamente sem harmonia entre comando e comandados”, diz Luciano Márcio.
No entender de Luciano Márcio, esse tipo de comportamento desobedece aos princípios constitucionais.
Segundo Luciano Márcio, por conta da transferência de mais de 30 policiais de Nova Venécia para outros municípios, a violência progrediu deixando a comunidade insegura. Ele disse que nos últimos dias aconteceram diversos assaltos no município. Um deles teve como vítima o sogro do prefeito de Nova Venécia, Wilson Japonês, que foi baleado por assaltantes.
Preocupado, o presidente da Câmara dos Dirigentes Lojistas de Nova Venécia, o empresário Marcelo Mariani, fez um abaixo assinado com mais de 250 assinaturas dos comerciantes solicitando providências sobre a violência.
O abaixo assinado foi entregue ao comandante do 2º BPM, tenente-coronel Gonçalves, a Justiça, ao Ministério Público e na Delegacia de Polícia Civil.
Por meio do diretor da Região Norte da ACS/PMBM/ES, Luciano Márcio, os demais diretores da Associação tomaram conhecimento de outras ‘‘irregularidades’’ – denunciadas pela maioria do efetivo lotado no 2° BPM – que estariam sendo praticadas pelo comandante do Batalhão, tenente-coronel Gonçalves.
Em ofício assinado por seu presidente, cabo Jean Ramalho Andrade, a ACS/PMBM/ES expõe os ‘‘motivos irregulares’’ que levaram o comandante do 2° BPM, tenente-coronel Gonçalves, a prender a soldado Suelem.
O ofício foi entregue ao subcomandante-geral da PM, coronel Marcos Aurélio Capita da Silva, e ao corregedor-geral da PM, coronel Adilson Silva Tolentino, no dia 21 de outubro. A soldado Suelem estava detida desde o dia 18 de outubro. Além de prender Suelem, o comandante do 2° BPM, tenente-coronel Gonçalves, transferiu a policial para o 13° BPM (São Mateus).
Depois de ler as explicações para feitas por Jean Ramalho, que apontam ‘‘possíveis violações legais e administrativas no âmbito do 2° BPM, praticadas por seu Comandante’’, o corregedor Adilson Tolentino despachou documento determinando a imediata soltura da soldado Suelem. A ordem foi cumprida no mesmo dia 21 de outubro.
O coronel Tolentino baixou as seguintes ordens:
1) Receber o presente recurso como Representação e conceder efeito suspensivo ao ato punitivo, na forma do artigo 64 do RDME, devendo a Autoridade competente aguardar a decisão final quanto ao mérito recursal;
2) Determinar ao CMT do 13° BPM, onde a militar atualmente está lotada, a imediata suspensão do cumprimento da sanção disciplinar, até ulterior deliberação;
3) – Determinar ao CMT do 2° BPM que encaminhe a esta Corregedoria, imediatamente, os autos de todos os PAD-RS, conclusos ou em andamento, ainda que tenham sido anulados, que tenham como acusada a Sd Suelem Feitosa RG 20496-3, bem como eventuais recursos apresentados e suas decisões.
Responsável pela representativa da ACS/PMBM/ES em toda a Região Norte do Estado, Luciano Márcio – ele é soldado da reserva remunerada da PMES –, já vinha registrando outras ‘‘irregularidades’’ e supostos ‘‘abusos de poder’’ cometidos pelo comandante do 2° BPM, tenente-coronel Gonçalves.
Uma das irregularidades é a ordem que o oficial deu para que os policiais militares da reserva, que aceitaram retornar voluntariamente à ativa, passassem a trabalhar no policiamento ostensivo de radiopatrulhas nas ruas.
O artigo 92, da Lei Complementar 460, diz que ‘‘O Praça da reserva remunerada poderá retornar ao serviço ativo, voluntariamente, mediante convocação por ato do Governador do Estado, por solicitação motivada do Secretário de Estado da Segurança Pública e Defesa Social, para atuar prestando serviço de:
I - escolta e custódia;
II - defesa civil e segurança de perímetro de instalações de serviços públicos;
III - guarda de Organização Militar Estadual;
IV - segurança pessoal de autoridades;
V - procedimentos administrativos; e
VI - inteligência policial.
Portanto, a lei não permite aos praças da reserva fazerem policiamento ostensivo nas ruas. Antes, os mesmos policiais militares da reserva que voltaram à ativa tiravam serviço no Portão das Armas (portão de entrada) do quartel do 2° Batalhão.
‘‘Para o Portão das Armas, o comandante do 2° BPM, tenente-coronel Gonçalves, mandou as estagiárias, que, mesmo sendo jovens civis, estão fazendo trabalho de policiais militares, o que é irregular e perigoso’’, informa o Diretor Jurídico da ACS/PMBM/ES, Moábio Washington Mendes.
Segundo ele, cópias do ofício entregue ao subcomandante geral da PM, coronel Marcos Aurélio, e ao corregedor geral da Corporação, coronel Tolentino, foram distribuídas também ao Comando Geral da PM; ao Juízo Auditor Militar; ao Procurador Geral de Justiça; ao governador Paulo Hartung; à Comissão de Direitos Humanos da OAB-ES; à Comissão de Segurança Pública da Assembleia Legislativa; à Promotoria Pública de Justiça da Comarca de Nova Venécia; e ao Juízo da Comarca de Nova Venécia.
‘‘Levamos as irregularidades ao conhecimento das autoridades para que medidas cabíveis, dentro da esfera administrativa e criminal, sejam tomadas contra o senhor comandante do 2° BPM, tenente-coronel Gonçalves. A reclamação contra ele já passou dos limites’’, disse o diretor Moábio
O diretor Luciano Márcio garante que pelo menos 95% dos militares lotados no 2° BPM – que atende a nove municípios da região – estariam insatisfeitos quanto à forma que estão sendo comandados.
Luciano Márcio – ele foi reformado por ter ocupado o cargo de vereador em Nova Venécia e atualmente é primeiro suplente de vereador da Câmara Veneciana pelo (PSB) – informa que o comandante do Batalhão, tenente-coronel Rogério Gonçalves, estaria adotando a tática da represália contra policiais militares.
“Se algum militar manifestar algo em reunião ou em outro lugar qualquer pode esperar que será transferido para outra unidade distante de sua base familiar", diz Luciano Márcio.
“Mais de 30 policiais militares já foram transferidos nos últimos meses, desde quando o atual comandante assumiu o comando. Iniciaram-se, então, as transferências. Reconhecemos que transferências fazem parte de um ato administrativo, porém a forma que estão acontecendo não tem nenhuma justificativa. Haja vista que o problema de falta de policiais está no Estado todo, e em nenhum outro Batalhão da Policia Militar aconteceu tanta transferência de policias como no 2º BPM. Hoje estamos praticamente sem harmonia entre comando e comandados”, diz Luciano Márcio.
No entender de Luciano Márcio, esse tipo de comportamento desobedece aos princípios constitucionais.
Segundo Luciano Márcio, por conta da transferência de mais de 30 policiais de Nova Venécia para outros municípios, a violência progrediu deixando a comunidade insegura. Ele disse que nos últimos dias aconteceram diversos assaltos no município. Um deles teve como vítima o sogro do prefeito de Nova Venécia, Wilson Japonês, que foi baleado por assaltantes.
Preocupado, o presidente da Câmara dos Dirigentes Lojistas de Nova Venécia, o empresário Marcelo Mariani, fez um abaixo assinado com mais de 250 assinaturas dos comerciantes solicitando providências sobre a violência.
O abaixo assinado foi entregue ao comandante do 2º BPM, tenente-coronel Gonçalves, a Justiça, ao Ministério Público e na Delegacia de Polícia Civil.
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